Segundo as estatísticas de 2020, a capacidade total de produção global de PVC atingiu 62 milhões de toneladas, com uma produção total de 54 milhões de toneladas. Essa redução na produção significa que a capacidade produtiva não operou a 100%. Devido a desastres naturais, políticas locais e outros fatores, a produção ficou aquém da capacidade existente. Em função do alto custo de produção do PVC na Europa e no Japão, a capacidade produtiva global concentra-se principalmente no Nordeste Asiático, sendo a China responsável por cerca de metade dessa capacidade.
Segundo dados da Wind, em 2020, China, Estados Unidos e Japão foram importantes regiões produtoras de PVC no mundo, com capacidades produtivas representando 42%, 12% e 4%, respectivamente. Em 2020, as três maiores empresas em capacidade de produção anual de PVC no mundo foram Westlake, Shintech e FPC, com capacidades de produção de 3,44 milhões de toneladas, 3,24 milhões de toneladas e 3,299 milhões de toneladas, respectivamente. A Inovyn também se destacou, com capacidade de produção superior a 2 milhões de toneladas. A China possui uma capacidade produtiva total de 25 milhões de toneladas, com uma produção de 21 milhões de toneladas em 2020. Existem mais de 70 fabricantes de PVC na China, sendo que 80% utilizam o método de carboneto de cálcio e 20% o método de etileno.
A maior parte da produção de PVC pelo método do carboneto de cálcio concentra-se em regiões ricas em recursos de carvão, como a Mongólia Interior e Xinjiang. Já as fábricas de PVC pelo método do etileno localizam-se em áreas costeiras, pois a matéria-prima, o VCM (vinilmetilcelulose) ou o etileno, precisa ser importada. A capacidade produtiva da China representa quase metade da mundial e, com a expansão contínua da cadeia produtiva a montante no país, a capacidade de produção de PVC pelo método do etileno continuará a aumentar, e a China continuará a reduzir sua participação no mercado internacional de PVC.
Data da publicação: 07/05/2022
